Novembro azul para quem?
Apesar da evidência contra o rastreamento precoce do tumor de próstata, por ausência de benefício em sobrevida dos pacientes, um grupo em especial pode mudar essa estatística.
Pesquisadores descobriram que a adição precoce de quimioterapia aumentou a sobrevida de pacientes com tumor de próstata de alto risco (mais agressivos).
Foram selecionados 562 pacientes e um grupo recebeu o tratamento com radioterapia e hormonoterapia (padrão atualmente) e no outro grupo houve adição de quimioterapia (docetaxel) após o término da radioterapia.
O resultado após 4 anos de seguimento foi uma sobrevida global de 89% para o grupo do tratamento padrão e 93% para o grupo que recebeu quimioterapia.
Ou seja, a identificação dos pacientes com risco alto e a intensificação do tratamento não foi incluída nos estudos de avaliação do impacto do rastreamento precoce. A nova estratégia terapêutica poderá mudar o conceito de que não há benefício com o rastreamento precoce do tumor de próstata!
Tratamento certo para o paciente certo.
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